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“Se você não sabe onde quer ir, qualquer caminho serve"

Segunda-Feira , 02 de Junho de 2014

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Pousos por instrumentos são necessários em condições de visibilidade precária. A bússola possui a função de indicar a posição do navio em relação à costa, possibilitando a identificação de pontos estratégicos da terra. Vemos que esses importantes meios de transportes são auxiliados por equipamentos que auxiliam e oferecem um "norte" ao seu condutor.

 

A frase de título foi dita pelo Coelho  para a Alice no momento em que ela estava perdida (Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll). Já vi também algumas frases do tipo "não há vento favorável para aqueles que não sabem aonde vão".

Quando se fala em carreira, tudo começa com “saber quem somos” e “onde queremos chegar”. “
A capacidade de olhar para o que se é hoje - e o que se deseja ser - nos torna aptos a trilhar o caminho que precisamos percorrer”. A questão principal é: e se não temos os instrumentos necessários para alcançar nossos objetivos? As ferramentas estão postas à mesa, bandeiras são erguidas novamente em busca de benefícios para a categoria e o que aprendemos com esses ensinamentos?

 

É preciso ter objetivos bem definidos, seja de curto, médio ou longo prazo. A visão de que os servidores seriam motivados apenas por sistemas de recompensas materiais e salariais é Taylorista e está completamente ultrapassada. Ressalvados os casos que se encaixam no Princípio de Peter, um servidor que hoje é reconhecido pelo seu profissionalismo, sendo designado a exercer uma “CJ” e amanhã o mesmo é destituído de seu notório profissionalismo e lhe é atribuído o ofício de colar etiquetas de “AR” em processos, que motivação recebe para continuar sendo bom profissional? (Exemplo fictício). Se remuneramos a confiança e não o desempenho, que espécie de servidores queremos em nossos quadros?

 

O governo bate o pé quando o assunto é aumento. Então qual a melhor saída? Brigar por remunerações altas para um cargo que exige nível médio para o seu ingresso (como é o de Técnico Judiciário) é surreal! Requerer apenas o nível superior para um cargo intitulado “técnico” também!

 

Vemos outras carreiras que tiveram uma “sacada”, um “coelho na cartola”, brigaram inicialmente por mudança de nomenclaturas, sem exigir – num primeiro momento - aumento de salário, acompanhada de mudança de nível de escolaridade, a exemplo dos cargos no TCU (antes analista, hoje Auditor Federal), na RFB (antes técnico, hoje Analista Tributário). Esses tiveram melhores resultados a longo prazo.

 

Disse Camões: "Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades". É hora de repensarmos a estratégia e revermos nossos instrumentos de negociação. Senão, poderemos chegar a muitos lugares, inclusive a lugar nenhum.

Texto de Anthony Ferreira

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